segunda-feira, setembro 03, 2007

A votação continua

Quem votou, valeu mezzz.
Quem ainda não votou, corre votar lá, plizz...
http://www.botecobohemia.com.br/

Ando meio sem assunto ultimamente. Só sei dizer que lá no meu trabalho as pessoas viajam pra caramba. Panamá, Parintins, Orlando, Seattle... Pra onde você queria ir??

quinta-feira, agosto 23, 2007

Votos para o Portella Bar!!! - urgente

Pessoal,

Meu filho casou e mudou, como vocês sabem. E agora, ele e a Rafa estão assumindo o Portella. Tudo pela Helena (que faz 4 meses no dia 7 de setembro)!!!

E o Portella é um boteco muito legal, que fica no Bexiga e serve comida baiana. Todos os dias, a "dupla dinâmica" está lá, das 16hs até a 1h.
Mais aqui: http://www.portellabar.com.br/

Além do convite pra conhecer o bar, a gente precisa de votos, para que o Portella seja escolhido novamente para participar do Boteco Bohemia

Basta entrar no site www.botecobohemia.com.br e votar no PORTELLA BAR.

Não leva mais do que alguns segundos preencher o nome, email e CPF.

Se puderem espalhar o link pela web, agradeço.

Conto com vocês!!!

Beijos

segunda-feira, agosto 20, 2007

Parintins


Eu adorei Parintins!

Tudo bem que a viagem foi a trabalho e que a gente trabalhou sem parar. Mas ver o pôr-do-sol no rio Amazonas, a partir das mesinhas do bar Comuna's, a simpatia daquela gente, aquele aeroporto com pinturas de triângulos nas paredes, tão caprichados e coloridos, o restaurante Piece of Peace (Pedaço de Paz) - e eu tive que escrever o nome em um papel pro Larry entender o trocadilho -, a mitologia que existe ao redor do festival do boi-bumbá, que o Bobby (da equipe de filmagem) carinhosamente chamava de Boi Bumbum - e a gente quase morreu de rir com isso, que virou a piada da primeira noite, ainda no hotel em Manaus), o Larry aprendendo a falar português, conversando com a profesora de inglês do CDI que aprendeu inglês sozinha, a votação do peixe mais gostoso (ganhou o tambaqui), os nomes indígenas pra tudo quanto é coisa, o clima, a energia postiva, os quadrinhos que o Josias esculpiu especialmente pra gente, o homem que morreu no aeroporto, antes de embarcar no mesmo vôo que a gente, na viagem de Parintins pra Manaus, na volta, e a coleção de peixes no almoço e no jantar, os sucos, as flores, os biscoitinhos do café da manhã, o passeio de barco na manhã de sábado.... o rato andando na pracinha onde filmávamos a entrevista com o secretário de saúde, e os depoimentos de todos os entrevistados, e o menino que não respondia minhas perguntas, e o outro que fugiu da gente pra não dar entrevista... enfim.... aconteceu tanta coisa nessa viagem, foi tudo tão bom, que parecia que eu tava em férias.

Eu adorei. Lógico que fiquei com saudades da minha turma aqui de SP. Mas que foi uma semana inesquecível, isso foi.

Tem mais: o bolo de banana que a merendeira da escola fez especialmente pra gente, o suco e o sorvete de taperebá, o Bumbódromo e sua decoração em relevo, e aquele moooonte de motos e bicicletas, com todo mundo sem capacete, com três ou quatro na mesma moto, as crianças de uniforme indo pra escola de manhã, minha caminhada em que me senti um ET no meio do povo de lá, a piscina do hotel, com a água quente, a água quente do rio Amazonas, a moça que conhecemos e que não usa nem calça jeans (pois é azul, cor do Caprichoso, e ela é Garantido, cuja cor é o vermelho), os lugares para onde nos levaram no sábado de manhã, a água de coco que serviram pra gente, a vista do meu quarto do hotel, dando pra lagoa da Francesa, o artesanato dos índios, os 4 brincos por 10 reais, que comprei na pracinha, a coleção de frases que juntamos e que ficou com a Ângela, a descoberta sobre coincidência na data de aniversário minha e do Larry (ambos no dia 6/6), outra descoberta: o Pelé (da equipe de filmagem) e eu somos vizinhos aqui em SP, o periquito que subiu no ombro da Ângela, o mergulho dela em um braço do Amazonas (ela fazia questão), o porto, o mercado, a sala abandonada na prefeitura velha, o piso de ladrilho hidráulico no mesmo lugar, a chuva que atrapalhou a entrevista do secretário de educação, o chá de cadeira esperando o prefeito e a maravilhosa entrevista que ele deu e que compensou a espera, os tubos de Off e Autan compartilhados por todos, o curso de imersão no inglês, em plena floresta amazônica, ah, tem muita coisa pra contar...

Mas acho que o resumo dá uma boa idéia, né? Tá vendo a árvore na foto lá em cima? Aqui a gente chama de chapéu de sol, mas acho que no Norte deve ter outro nome. Almoçamos debaixo da sua copa em dois dias, no Coroa's. No segundo dia, a gente queria tomar café. Perguntamos: - Tem café? E o moço que servia: - Não, mas a gente faz. Isso dá uma idéia da hospitalidade daquele povo. Foi demais.

Foram "os bastidores da notícia" mais agradáveis e movimentados que esse blog já viu. Mas saí com uma frustração: não comi tacacá, como me recomendaram aqui nos comentários.
Na equipe: Renata (que coordenou tudo e contratou todo mundo), Ângela (da assessoria de imprensa), Alceu, Pelé e Bobby (da filmagem), Ricardo (fotógrafo), eu (entrevistadora) e o Larry (norte-americano da multinacional que contratou a gente).

quarta-feira, agosto 08, 2007

Febre amarela

Então, eu vou pra Parintins. Mas não me liguei que tinha que tomar a tal vacina contra a febre amarela. E lá fui eu ontem a Congonhas, tomar a tal vacina gratuita. E descobri que quem tem alergia a ovo não deve tomar. Só que eu tenho uma leve alergia e a moça que aplica disse que tudo bem e já foi espetando o meu bracinho esquerdo. Só que a vacina demora dez dias pra fazer efeito e eu vou na segunda-feira. Ou seja, vou levar repelente de insetos, né? Melhor prevenir. A vacina só vai começar a fazer efeito na sexta-feira, um dia antes da volta... Nada como alguma emoção forte na nossa vida, né??

Moral da história: como a vacina tem validade por 10 anos, minha dica é a seguinte - na próxima vez em que estiver no aeroporto (qualquer um) aproveite pra toms a tal da vacina. Daí vc não precisa passar pelas mesmas emoções fortes que eu...

É uma equipe de 8 pessoas que vai pra lá. Tenho reunião daqui a pouco na Intel para acertarmos os detalhes da viagem e da cobertura, que foi encomendada pela matriz, olha só que chic.

Detalhe: tô gripada de novo. Meu nariz virou um chafariz. Minha garganta arde e os espirros atrapalham todos ao meu redor. Espero sarar até segunda!!

Ontem no escritório, era uma vez de cada um me desejar: "Saúde!" Com tantos desejos assim, acho que vou acabar sarando.

Apelidos

Então, não sei de onde surgiu, mas a Sol me chama de Sylvester Stallone. Acho engraçado. Daí o Obede teve a idéia de encontrar apelidos com o sexo trocado pra todo mundo. Ficou assim:

Patrícia: Patrick Swayze
Obede: Ophra Winfrey
Renata Salles: Ray Charles
Renata Mesquita: Rick Moranis
Monica: ??
Keila: Kevin Costner
Sol: ??
Rodrigo (que tá no Panamá): ??

Se a Roberta ainda estivesse com a gente (snif, snif) ia ser o Robert De Niro!
Sim, e antes que você pense que a gente não trabalha, sim, a gente trabalha e muito. Mas que trabalhar com bom humor é MUITO melhor, isso é, né??

domingo, agosto 05, 2007

A filha pródiga


Eu já rodei bastante, profissionalmente falando (e fui rodada também, devo confessar).
Mas dessa vez foi diferente. Voltei para um lugar de onde eu saí por livre e espontânea vontade, pensando que teria uma oportunidade melhor de crescimento profissional que, no entanto, não se concretizou. Daí, surgiu a chance de voltar e eu voltei. Fui tão bem recebida! Foi ótimo. No dia 1/8, estava eu lá, de novo, mas com uma perspectiva diferente, de progredir junto com a empresa. Estou muito animada e confiante.
Agora, o lado prático bom foi que eu estou na mesma mesa, usando o mesmo PC, com os mesmos programas e até os mesmos emoticons do msn. Pode parecer bobagem, e é, mas me sinto em casa. Imagine que eu tive um Palm e lá estavam TODOS os meus contatos. Daí ele nunca mais funcionou, e nem em casa, depois de umas duas ou três panes absolutas, eu tinha mais o conteúdo do meu pobre Palm, que eu havia dado como irremediavelmente perdido. Não é que meu Palm desktop tá lá?? com TODOS os meus contatos de novo?? olha só que legal!! Bom, é isso.

Lá é assim: a gente produz conteúdo, ou seja, produtos e serviços. Produtos são os dois títulos: a Decision Report e a Risk Report. E serviços são os outros títulos que a Conteúdo produz para o SAS, a Oracle, e o conteúdo editorial para sites de e-learning da Intel, da Samsung, os cases, etc.

O pessoal que trabalha lá é ótimo em todos os sentidos. Todo mundo alegre, feliz, competente e comprometido com o resultado. Como eu poderia não ficar feliz em ser parte desse time??

Boa semana a todos e vamo que vamo em busca da realização dos nossos sonhos, moçada.

sexta-feira, julho 27, 2007

Mudanças


A vida é feita de mudanças. Cabe a nós, pobres mortais, nos adaptarmos a elas da melhor maneira possível. Nessa profissão, existem basicamente dois lados: assessoria x redação. Na assessoria, o seu trabalho é uma coisa assim invisível. Você comemora quando sai uma matéria que não é sua, falando de alguém que não é você e passa o dia no telefone e no email resolvendo problemas que não são seus.

Na redação é diferente. Alguns jornalistas, que não conhecem o lado de cá, onde nunca estiveram, acham que os assessores são aquelas pessoas que não sabem escrever uma frase com sentido, ou que estão ali apenas para fazer follow bem na hora do fechamento. Alguns jornalistas são bem metidos e muito desagradáveis com o pessoalzinho que rala do lado de cá.

Mas nem tudo são espinhos. Há jornalistas bacanas, que falam com os assessores como se eles fossem verdadeiras pessoas humanas, e até ouvem o que eles têm a dizer. Nem sempre são assuntos palpitantes, mas às vezes podem render uma boa matéria. Essa parceria é algo possível de se conseguir. Não é nada fácil, mas é possível.

Só que o cliente não quer esperar. Ele quer sair na Veja agora. Daí entra aquele seu lado diplomático. Tem que manter a calma em todas as situações. Ser um pouco psicólogo, um pouco professor, para ensinar ao seu cliente como as coisas funcionam... Não é nada mole. Trata-se de matar um leão (ou vários) por dia, escalar montanhas sempre mais altas no horizonte.

Já na redação, por outro lado, não é mais possível viver sem o press release. Por mais que os jornalistas de redação reclamem das vírgulas colocadas em lugares errados (e das crases, ah! as crases...) a verdade é que eles não podem mais viver sem os press releases. Ir atrás da notícia é coisa do passado. Hoje, a notícia corre atrás dos jornalistas, onde quer que eles estejam. E tem lugar a briga pela exclusividade na divulgação da informação. Quem dá mais?

E assim vai.

Eu sei dizer que existe outro nicho de mercado para os jornalistas atuarem, que passa ao largo dessa dicotomia redação x assessoria. E é pra lá que eu vou. A partir de agosto, vou vender meu peixe em outra freguesia. Não vejo a hora!! Daí eu volto aqui pra contar como funciona esse terceiro lado, de novo.

Me aguarde.

quarta-feira, julho 25, 2007

É verdade??


Preciso transcrever um texto da Angela Marsiaj, que saiu agora há pouco no Blue Bus, que diz tudo o que eu penso a respeito desse assunto.

'Verdade q antigamente as pessoas se transportavam todos os dias?' 11:16 Chovia na última 2a feira em Sao Paulo e eu só torcia para que chovesse mais, nao parasse de chover. Torcia pela interdiçao de Congonhas. Minha amiga Marta acabara de ligar: iria no dia seguinte para Juiz de Fora. Assistiria a uma defesa de tese. Ela só repetia - "Sair eu sei que saio, só nao sei se volto". Ela, na verdade, se referia à inconveniência de ficar retida no destino. Mas o duplo sentido da frase era horrível.

Eu só perguntava se era possível assistir a uma defesa por videoconferência (nem sei se isso é legal). Ela dizia que a Universidade nao tinha estrutura para isso. É simples assim - depois de 2 tragédias aeroviárias em menos de 1 ano, entremeadas por caos nos aeroportos, ninguém mais quer voar. E eu sei de pelo menos 3 reunioes canceladas, só nesta semana.

Na verdade, para além desta última tragédia, o mundo mudou. Nós só nao chegamos completamente lá. Imagino meus netos perguntando incrédulos - é verdade que antigamente as pessoas se transportavam todos os dias? Que a toda reuniao gastavam tempo, energia, recursos do planeta só para se verem cara a cara? Meus ainda inexistentes netos viveriam num mundo em que interaçoes humanas para além do bairro seriam valorizadíssimas, mas escassas. E sua falta seria compensada por um mundo virtual quase real.

Este mundo aos poucos começa. Outro dia, meu amigo Lucas descreveu um seminário em que um dos participantes, impossibilitado de comparecer pessoalmente, contribuiu com seu avatar na Second Life. Além de a coisa ter funcionado, gerou uma curiosidade - como o seminário também estava na Second Life, criou-se o efeito de infinito (uma sala com uma tela que contem uma sala com uma tela que...).

Enquanto nao mudamos nossa forma custosa de interagir, dou meus pitacos - se executivos já consideram ir de onibus ao Rio, imagino onibus-escritórios, em que plugaríamos nossos laptops e trabalharíamos; para os apressados, usaríamos o trem-bala, que voltou à pauta; intensificaríamos as videoconferências e, claro, melhoraríamos infra de transportes e logística (mar, ar, terra), para nao estrangular o crescimento.


terça-feira, julho 24, 2007

Contra o "jornalismo" puxa-saco

Quem gosta de Comunicação tem que ler o texto da Carol, no blog Sem Tolerância.
Vai lá!
(o texto é longo, mas vale a pena, porque escancara as contradições entre a atuação do profissional na assessoria de imprensa e na redação - dois mundos completamente diferentes, como eu sempre digo e repito)

sexta-feira, julho 20, 2007

Congonhas, não!

Ainda que eu entenda o fato, alguma coisa a gente tem que tentar fazer. Acho que essa é uma boa iniciativa. O selo foi criado pelo Mentor Muniz Neto, da Bullet, e pelo Michel Lent, da 10 Minutos. Apoiado!

quarta-feira, julho 18, 2007

Update


Voltei a escrever no Consulta Sentimental, ainda que infeliz com o layout.

A palestra foi legal, apesar da tragédia de ontem. Até bateram palmas no final!

O trabalho de assessoria de imprensa é estressante porque as coisas não dependem da gente. Dependem do seu cliente apostar em você e ser um parceiro, no sentido de aprovar rapidamente as coisas, dar retorno aos seus emails e mandar as notícias certas na hora certa.

Dependem de conhecer o jornalista certo para determinada pauta, coisa bem difícil de se conseguir.

Dependem de TER a notícia (às vezes de INVENTAR a notícia - e agora vai levantar um monte de gente, como se eu estivesse falando uma heresia). Eu também fico em dúvida quanto aos limites éticos de se inventar uma notícia. Mas quando a gente tinha assessoria de imprensa e atendia o Alex Flemming, o Guilherme teve uma idéia de fazer a exposição de quadros dele dentro de dois caminhões-baú que percorreram os points mais quentes de SP na época. Isso é que é inventar, é fazer acontecer. A notícia saiu em tudo quanto foi lugar. Se fosse uma exposição tradicional, dentro de uma galeria de arte, será que teria a mesma repercussão?

Mas é muito estressante.

Eu sonhei que trabalhava em um lugar onde as pessoas conversavam e não havia computadores nas mesas. Eram mesas grandes, em torno das quais se podia sentar e conversar. Acho que era um escritório de arquitetura. Eu pensei que seria ótimo trabalhar num lugar como aquele.

Tô aqui folgada, escrevendo, porque tenho carona para ir ao trabalho, hoje.

Foto: Marjorie (minha linda filha e a orgulhosa titia) e a doce Helena